Quando o dia amanhece, dá um aperto no peito.
Dá um aperto no peito, pensar no dia.
O sorriso se cala, quando o peito aperta.
O silêncio invade o peito e a alma grita.
Dá um nó na garganta, o fim da linha.
O fim da linha entala, sufoca, mata.
A palavra trava, quando a boca seca.
Nem a lágrima salva, quando a garganta aperta.
Ana Toledo, 05 de novembro de 2013.
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